A ESCRITORA JEANETE FORTES LANÇA OS LIVROS “A CASA DE JANELAS PEQUENAS” E “LIBERDADE É VERBO” NO SALIPI 2026

A escritora Jeanete Fortes é Defensora Pública do Estado do Maranhão, Mestra em Políticas Públicas pela UFPI, e um dos nomes que fez parte da Roda de Conversa “Arte e Cultura, Agora!” e Lançamento de Livros na abertura da programação do Aniversário de 27 Anos do Música Para Todos que será exibida, na TV Assembleia, no Programa Música Para Todos na TV.
A escritora desponta como revelação na literatura piauiense em seus escritos sempre instigantes e cheios de humanidade e de “fé em ação”.
Jeanete Fortes será uma das vozes potentes no SALIPI 2026 onde lançará os livros “A Casa de Janelas Pequenas”, bilíngue (Português/Espanhol) e “Liberdade é Verbo”, organizado por Jeanete e por Marleide Lins, ambos pela Avant Gard Editora. O lançamento será dia 10 de junho, quarta-feira, às 19h Espaço Rosa dos Ventos, localizado no Campus da Universidade Federal do Piauí (UFPI.
A segunda edição do seu primeiro livro, “A Casa de Janelas Pequenas”, bilíngue, já tem lançamento programado em Madri/Espanha, pela Avant Garde Edições. O livro é uma obra literária, descrita como um texto híbrido que combina elementos romanescos, poéticos e ensaios filosóficos.
Na literatura, escreveu e publicou, A CASA DE JANELAS PEQUENAS e O CORAÇÃO DA PAREDE. Ambos com primeira edição, de 500 exemplares impressos, esgotadas. Em 2021, Jeanete Fortes organizou o primeiro livro de Maria Sueli Rodrigues: VIVÊNCIAS CONSTITUINTES, SUJEITOS DESCONSTITUCIONALIZADOS. Esgotada a primeira edição, com tiragem de 1000 exemplares, em 2023 pela mesma editora, AVANT GARDE EDIÇÕES, organizou a segunda edição de VIVÊNCIAS CONSTITUINTES, SUJEITOS DESCONSTITUCIONALIZADOS .

Em 2025, organizou a obra, FOI ASSIM, uma obra constituída por relatos, principalmente de mulheres, que proporciona compreender parte da trajetória político- revolucionária de Maria Sueli, incluindo a luta por terra para quem dela precisa para trabalhar e morar, como assim dizia.

O ENCONTRO DO CAMPO DAS IDEIAS E O CAMPO DA REALIDADE
As aulas, pesquisas e vivências que aconteceram entre a Professora e Mestra Maria Sueli e seus alunos marcaram de forma profunda suas realidades, à exemplo da Drª Jeanete Fortes, que materializa isso no lançamento de seu livro “LIBERDADE É VERBO” resultado de um projeto realizado pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão que conseguiu trazer prisioneiras de São Luís para a carceragem de Timon, para que estas, pudessem estar próximas de seus filhos e de suas famílias.
A pior prisão é um coração fechado.
“A luta pelo direito dos mais fracos é fortalecida através de parceiros como esses, que demonstraram que é na ajuda aos mais fracos que muitas vezes nos encontramos e sentimos um propósito maior na nossa existência”
(João Paulo II)
Os contos que incorporam, de corpo e alma, este livro, apontam sobre a necessidade de ressemantizar o ideal moderno de rompimento, de (des)envolvimento e de concorrência, indicando que resistir a essa mentalidade corrosiva deve dar-se por meio de laços e nós dialógicos; que no lugar de (des)envolver, nos juntemos.
Diante de todo o aprendizado e da convivência da escritora Jeanete Fortes e sua Mestra Maria Sueli podemos dizer que a aluna exercita seu aprendizado desenvolvendo projetos como a Oficina de sensibilização literária e produção de contos na Unidade Prisional de Ressocialização Feminina de Timon que deu corpo ao seu novo livro “Liberdade é Verbo!”. Um projeto coordenado pela escritora e defensora pública, Jeanete Fortes; ministrado pela escritora Marleide lins e com a participação da escritora convidada, Luiza Cantanhêde.
A literatura é um lugar de livre expressão e a dissertação desse livro nos leva a crer que o campo das ideias encontra perfeitamente cada realidade vivida por estas almas encarceradas que compões o livro, melhor dizendo “corpos encarcerados” pois nossas almas são eternamente livres.
SAIBA MAIS SOBRE JEANETE FORTES
Jeanete Fortes (Maria Jeanete Fortes Silva) é uma escritora, pesquisadora e defensora pública atuante em Teresina. Mestra em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), ela destaca-se por sua atuação social e literária, organizando obras voltadas para a defesa de direitos, memórias, laços femininos e resistência.
Iniciou publicando artigos acadêmicos como, por exemplo, A IDENTIDADE CONSTITUINTE DE SUJEITOS HOMOAFETIVOS e A CULPA É DO EUSÉBIO DE QUEIROZ? Esse último também assinado por sua professora e mestra Maria Sueli Rodrigues (UFPI) e publicado em revista da UERJ 2020.
SAIBA MAIS SOBRE MARIA SUELI RODRIGUES E SEU LEGADO
Sueli Rodrigues foi Professora Associada da Universidade Federal do Piauí -UFPI, lotada no Departamento de Ciências Jurídicas – DCJ, no Programa de Pós-Graduação em Sociologia, no Programa de Pós-graduação em Gestão Pública, no Núcleo de Pesquisa sobre Africanidades e Afrodescendência – IFARADÁ e integra o grupo de pesquisa em Direitos Humanos e Cidadania – DiHuCi.
Maria Sueli é graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Piauí – UFPI (1996) e possui mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela mesma Universidade (2005). É também graduada em Direito pela Universidade Estadual do Piauí-UESPI (2003). Advogada e doutora em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília – UnB (2009), realizou estágio pós-doutoral pelo PNPD – Programa Nacional de Pós-doutorado, na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ, junto ao Programa de Pós-graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares (PPGEduc).
A obra VIVÊNCIAS CONSTITUINTES – SUJEITOS DESCONSTITUCIONALIZADOS, da professora e pesquisadora Maria Sueli Rodrigues de Sousa, organizada por Jeanete Fortes e editada pela Avant Garde Edições, reúne artigos de sua trajetória social e acadêmica sobre a vida dos sujeitos desconstitucionalizados e teve o seu pré-lançamento na ADUFPI, dia 14 de outubro de 2021, às 19h. A data do evento que antecedeu ao “Dia do professor/professora”, simbolicamente, homenageia a professora Sueli Rodrigues por sua contribuição para uma plena formação acadêmica e crítica, voltada para a diversidade sociocultural. A atual gestão da ADUFP é parceira neste momento histórico e cultural.
Neste momento, com espírito de confraternização e homenagem, houve participação musical da dupla Cláudia Simone e James Brito, e da Tauana Queiroz, intercaladas por intervenções poéticas, depoimentos de professoras e professores, alunas e alunos, lideranças comunitárias e de classe, além da fala da autora.

8M MARIAS MUITAS
(para Maria Sueli q representa muitas)
Do Saco da Ema
partiu: pouca posse
e um bem maior
traz no peito um poema
bússola de afeto
a sabedoria da avó
e para este sistema
desobedecer a ordem
palavra efeito cipó
q bem viver vale a pena
em coletivos livres laços
Marias muitas – não somos só.
(8 Março 22)
Pré-lançamento do livro Vivências constituintes – Sujeitos desconstitucionalizados







